O ano de 2026 exige atenção redobrada dos gestores que planejam modernizar ambientes de TI. O cenário atual vai além do calendário pré-eleitoral: estamos diante de um dos momentos mais críticos dos últimos anos no mercado global de tecnologia.
A crescente demanda por soluções de inteligência artificial vem provocando um impacto direto na cadeia de suprimentos, especialmente em componentes como memórias, chips, GPUs e infraestrutura para data centers.
Esse movimento já reflete de forma clara no setor: alta de preços, instabilidade de fornecimento e redução na previsibilidade comercial.
Escassez de insumos: o impacto direto nos projetos de TI
O avanço acelerado da inteligência artificial tem ampliado significativamente a demanda por capacidade computacional em escala global.
Como consequência, equipamentos como:
- servidores
- storages
- computadores e notebooks
- workstations
- infraestrutura de data center
estão sofrendo reajustes constantes, sem perspectiva clara de estabilização no curto prazo.
Na prática, isso cria um cenário crítico para o setor público:
processos licitatórios com prazos longos ou valores defasados correm um risco real de fracasso.
Hoje, para se ter uma ideia, propostas comerciais têm validade média de apenas 14 dias.
Se já é desafiador garantir preço e disponibilidade nesse intervalo, o risco se torna exponencial em modelos com vigência prolongada.
Registro de Preços em risco: mudança de comportamento do mercado
Diante desse cenário de volatilidade, o próprio mercado vem se ajustando.
Fabricantes e distribuidores têm evitado participar de processos estruturados por Registro de Preços, justamente pela inviabilidade de sustentar valores e prazos em um ambiente instável.
Como reflexo, observa-se uma mudança importante:
- redução da viabilidade de atas tradicionais;
- menor interesse de fornecedores em RP;
- risco elevado de atas sem competitividade ou sem propostas válidas;
Além disso, não será possível operar com adesões como nos anos anteriores, o que limita ainda mais a estratégia de utilização de atas já existentes.
Na prática, isso leva a um novo direcionamento:
👉 os órgãos passam a precisar estruturar suas próprias licitações,
especialmente por meio de pregões organizados internamente, quando aplicável.
Compra única: o modelo mais seguro no cenário atual
Dentro desse contexto, a modalidade de aquisição por compra única vem se consolidando como o caminho mais seguro para projetos de infraestrutura de TI.
Isso porque permite:
- trabalhar com preços atualizados ao momento do mercado;
- reduzir o risco de inviabilidade comercial;
- garantir maior previsibilidade de entrega;
- aumentar a competitividade no processo;
Diferente do Registro de Preços, que exige sustentação de condições por longos períodos, a compra única se adapta melhor à dinâmica atual do mercado.
O papel consultivo na estruturação dos projetos
Diante de um cenário técnico e comercial mais complexo, o apoio especializado se torna essencial.
A LFC Governo atua de forma consultiva na estruturação de projetos, apoiando desde:
- estudos preliminares;
- definição de arquitetura;
- elaboração de termos de referência;
- até a condução estratégica da contratação
Sempre com foco em segurança jurídica, aderência à Lei 14.133/2021 e viabilidade de execução.
Antecipar não é mais opção — é necessidade
Em 2026, planejamento deixou de ser diferencial.
👉 É uma forma de proteger a execução.
Com escassez de insumos, volatilidade de preços e mudança no comportamento do mercado, órgãos que antecipam seus projetos conseguem:
- melhores condições comerciais;
- maior disponibilidade de equipamentos;
- redução de riscos na contratação;
Adiar decisões, neste cenário, pode significar perder viabilidade técnica e orçamentária.
🔗 Para conhecer as soluções de infraestrutura da LFC Governo:
https://www.lfcgoverno.com.br/solucoes-ti/infraestrutura

